Era doce…
puro.
Suave como a brisa
que atravessa o silêncio
e faz os cabelos dançarem
como ondas que conhecem o mar.
Era quieto.
Real.
E, ao mesmo tempo,
imenso.
De uma profundidade que assustava…
porque não tinha borda,
não tinha começo,
nem fim para alcançar.
A mente gritou:
foge.
E a verdade,
enterrada sob camadas de medo e dor,
turvou meus olhos,
confundiu meus passos.
Mas o tempo…
ah, o tempo…
esse juiz invisível
que revela tudo
Ampliou o som da alma,
que sussurrava desde a primeira vez que olhei em seus olhos,
E finalmente eu ouvi:
“Era.
Continua sendo.
E sempre será…
amor.”
puro.
Suave como a brisa
que atravessa o silêncio
e faz os cabelos dançarem
como ondas que conhecem o mar.
Era quieto.
Real.
E, ao mesmo tempo,
imenso.
De uma profundidade que assustava…
porque não tinha borda,
não tinha começo,
nem fim para alcançar.
A mente gritou:
foge.
E a verdade,
enterrada sob camadas de medo e dor,
turvou meus olhos,
confundiu meus passos.
Mas o tempo…
ah, o tempo…
esse juiz invisível
que revela tudo
Ampliou o som da alma,
que sussurrava desde a primeira vez que olhei em seus olhos,
E finalmente eu ouvi:
“Era.
Continua sendo.
E sempre será…
amor.”


